Caso Doença auto imune para pesquisa e tentativa de alternativas de solução
(atualizado até 06/01/2026)
Falando com Sodré Neto - Sodre Neto Sim62993537606
+55 62 9353-7606
Passando os dados informados por T:
"Em 2015
Formigamento nas pernas, redução na marcha, dor nas costas mas, ainda não sabia oque era" Ela informando como começou.
"Começou na perna direita por 1 semana, após esquerda e em dezembro de 2015 ocorreu a diplopia."
"Fraqueza nas mãos não conseguia preencher diario de Classe, mancava bastante e quase caí,não sentia o chão ao descer escadas."
"Fadiga e na pandemia problemas com o intestino, uso de calça íntima pra não sujar à roupa.Devido à fraqueza muscular"
"Neste período, fisioterapia, acupuntura, terapia e acompanhamento médico."
"O início pra amenizar os surtos fazia pulsoterapia no hospital"
"Quanto ocorreu a Diplopia ,fassei no oftalmo e dentro da oftalmologia não era nada e então a médica pediu pra fazer a ressonância do Crânio entre Dezembro 2015 ou Janeiro 2016.Constou suspeita de Esclerose múltipla.
Retornei no neuro e pediu o exame de Líquor, fechado o diagnóstico de Esclerose Múltipla em Fevereiro de 2016.
Por estar gestante, iniciei a médica em 2017"
"Mesmo a ainda com a primeira medicação, os surtos ocorriam
Surtos(fraqueza motora)
Em 2019 ao retornar ao trabalho pós, férias convulsionei"
1ª Resposta do Sodré:
"Entendido. Vou responder de forma prática e objetiva, como conduta médica imunológica para Esclerose Múltipla, focando em solução (controle da doença + qualidade de vida).
✅ SOLUÇÃO MÉDICA (PLANO COMPLETO)
🎯 Objetivo
1. Bloquear novos surtos
2. Impedir progressão da incapacidade
3. Controlar sintomas residuais
4. Preservar autonomia funcional
1️⃣ TRATAMENTO DA DOENÇA (ESSENCIAL)
🔹 Terapia Modificadora da Doença (TMD)
Hoje, não é aceitável tratar EM ativa apenas com fisioterapia.
👉 Conduta ideal atual (2025): terapia de alta eficácia precoce
🔝 Opções mais eficazes:
Ocrelizumabe (anti-CD20) ⭐⭐ padrão-ouro
Ofatumumabe (anti-CD20, SC)
Natalizumabe (se JC vírus negativo)
Cladribina (pulsos imunológicos)
Alemtuzumabe (casos selecionados)
📌 Imunologicamente, anti-CD20 é a melhor escolha se há:
Fraqueza persistente
Comprometimento intestinal
Histórico de surtos com sequelas
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2️⃣ TRATAMENTO DOS SURTOS
Quando houver piora neurológica >24h:
Metilprednisolona IV (3–5 dias)
Se refratário:
Plasmaférese
3️⃣ CONTROLE DOS SINTOMAS (qualidade de vida)
🧠 Fadiga
Amantadina
Modafinil
Correção de vitamina D, ferro, B12
💪 Fraqueza / Espasticidade
Baclofeno ou Tizanidina
Fisioterapia neurológica contínua
🚽 Intestino neurogênico
Avaliação com gastro + neuro
Treino intestinal
Laxativos osmóticos ou anticolinérgicos conforme o caso
👁️ Diplopia residual
Avaliação neuro-oftalmológica
Prismas ou reabilitação visual
4️⃣ SUPORTE IMUNOLÓGICO (OBRIGATÓRIO)
Vitamina D: manter entre 40–70 ng/mL
Vacinação atualizada (antes de imunossupressão)
Monitorar:
Linfócitos
Imunoglobulinas
Função hepática
5️⃣ O QUE NÃO É SOLUÇÃO ISOLADA ❌
Só fisioterapia
Só corticoide ocasional
Acupuntura como tratamento principal
“Esperar evolução”
➡️ Isso permite progressão silenciosa da doença.
🧭 PROGNÓSTICO (realista e honesto)
Com tratamento adequado:
Alta chance de estabilização
Muitos pacientes ficam anos sem surtos
Redução significativa de progressão para incapacidade
Sem tratamento eficaz:
Risco de evolução para forma progressiva
Perda funcional acumulativa
✔️ CONCLUSÃO DIRETA
🔹 A solução é imunológica, não apenas reabilitadora.
🔹 Quanto mais cedo o bloqueio imune, melhor o futuro funcional.
Se quiser, posso:
Indicar qual dessas medicações é mais adequada
Ajudar a argumentar com o SUS ou convênio
Avaliar se já há transição para forma progressiva
Montar um plano médico formal (tipo relatório)
É só dizer como deseja prosseguir."
2ª Resposta do Sodré:
"Segue a resposta direta e objetiva, como imunologista, focada nas medicações MAIS adequadas para este perfil clínico (EM com início agressivo, sequelas motoras e autonômicas).
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🧠 MEDICAÇÕES MAIS ADEQUADAS (POR NÍVEL DE EFICÁCIA)
🔝 1ª ESCOLHA ATUAL (ALTA EFICÁCIA – RECOMENDADA)
✅ Ocrelizumabe (Ocrevus®) ⭐ melhor opção global
Classe: anti-CD20 (depleta linfócitos B)
Por que é a melhor escolha neste caso:
Reduz surtos >70%
Diminui progressão da incapacidade
Atua bem em:
Fraqueza motora
Lesão medular
Disfunção intestinal
Seguro a longo prazo
Serve tanto para EM surto-remissão quanto progressiva inicial
Esquema:
600 mg IV a cada 6 meses
👉 Imunologicamente: padrão-ouro atual
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🥈 Ofatumumabe (Kesimpta®)
Classe: anti-CD20 (SC)
Indicado se:
Deseja aplicação em casa
Evitar infusão hospitalar
Esquema:
Injeção subcutânea mensal
⚠️ Eficácia semelhante ao ocrelizumabe, porém menor evidência em doença mais agressiva medular.
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🥉 Natalizumabe (Tysabri®) (Este é o que T está utilizando, até o momento - 06/01/2026)
Classe: bloqueador de migração linfocitária (anti-α4 integrina)
Muito eficaz, porém:
Risco de LEMP se JC vírus positivo
Exige monitoramento rigoroso
📌 Excelente se JC vírus negativo
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⚠️ MEDICAÇÕES DE SEGUNDA LINHA (CASOS SELECIONADOS)
🔹 Cladribina
Pulsos orais
Boa eficácia
Pode ser opção se falha ou contraindicação a anti-CD20
🔹 Alemtuzumabe
Muito potente
Alto risco autoimune secundário
Uso restrito
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❌ MENOS ADEQUADAS PARA ESTE CASO
Estas não são ideais dado o histórico de sequelas:
Interferon beta
Acetato de glatirâmer
Teriflunomida
Dimetil fumarato
👉 Servem apenas para doença leve, o que não é o caso aqui.
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💊 MEDICAÇÕES SINTOMÁTICAS (COMPLEMENTARES)
💪 Espasticidade / Fraqueza
Baclofeno
Tizanidina
🧠 Fadiga
Amantadina
Modafinil
🚽 Intestino neurogênico
Macrogol (PEG)
Planejamento intestinal + fisio pélvica
🧪 Suplementação obrigatória
Vitamina D (40–70 ng/mL)
B12 se limítrofe
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📌 ESCOLHA FINAL (RESUMO)
👉 Se fosse minha conduta médica: 1️⃣ Ocrelizumabe
2️⃣ Ofatumumabe (alternativa prática)
3️⃣ Natalizumabe (se JC vírus negativo)
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Se quiser, posso:
Ajudar a escolher entre ocrelizumabe × ofatumumabe
Montar relatório médico para SUS/convênio
Avaliar exames necessários antes de iniciar
Explicar riscos reais vs mitos
É só dizer."
3ª Resposta do Sodré:
"A direção está correta 👍 — e os resultados confirmam isso.
Vou responder como imunologista, focando em otimizar o que já está funcionando, sem trocar o que deu certo.
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✅ SITUAÇÃO ATUAL — LEITURA CLÍNICA
Natalizumabe mensal
Sem novos surtos
Estável clinicamente
Sintomas residuais:
Intolerância ao calor
Limitação da marcha
Intestino neurogênico
👉 Isso caracteriza controle inflamatório eficaz da Esclerose Múltipla, com sequelas funcionais, não surtos ativos.
📌 Portanto: não é falha terapêutica.
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🎯 O QUE FAZER “A MAIS” (SEM MUDAR O NATALIZUMABE)
1️⃣ CONFIRMAR SEGURANÇA DO NATALIZUMABE (OBRIGATÓRIO)
✔ JC vírus (anti-JCV) a cada 6 meses
✔ RM anual de crânio (± medula)
✔ Avaliar possibilidade de dose estendida (a cada 6 semanas):
🔹 Vantagem da dose estendida
Mantém eficácia
Reduz risco de LEMP
Menor fadiga pós-infusão
👉 Se JCV positivo baixo ou negativo → excelente estratégia.
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2️⃣ CALOR (Fenômeno de Uhthoff)
📌 Não é surto — é falha de condução em fibras desmielinizadas.
Medidas eficazes:
Colete refrigerado
Banhos mornos (não quentes)
Ar-condicionado estratégico
Hidratação rigorosa
Evitar exercício em calor
💊 Medicamentos:
4-aminopiridina (dalfampridina) ⭐⭐⭐
Melhora condução nervosa
Melhora marcha
Ajuda na sensibilidade ao calor
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3️⃣ MARCHA (REABILITAÇÃO + FARMACOLOGIA)
💊 Dalfampridina
Primeira linha para dificuldade de marcha na EM
Muitos pacientes relatam melhora objetiva
🏃♂️ Fisioterapia neurológica especializada
Treino de marcha com feedback
Fortalecimento proximal
Hidroterapia (água fria)
📌 Não é “mais fisioterapia”, é fisioterapia neurológica direcionada.
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4️⃣ INTESTINO NEUROGÊNICO (PODE MELHORAR MUITO)
Estratégia combinada:
1. Horário fixo diário
2. Dieta com fibras solúveis
3. Macrogol (PEG) se constipação
4. Fisioterapia do assoalho pélvico
5. Avaliação com gastro ou coloprocto
📌 Isso não depende do Natalizumabe, depende de abordagem correta.
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5️⃣ SUPORTE IMUNONEUROLÓGICO ESSENCIAL
Vitamina D: manter 40–70 ng/mL
B12 > 400 pg/mL
Ferro normal
Sono regular
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🧭 QUANDO CONSIDERAR MUDAR O TRATAMENTO?
❌ Não mudar agora, se:
Sem surtos
RM estável
JCV controlado
🔄 Considerar troca somente se:
JCV sobe significativamente
Aparecem novas lesões
Progressão clara independente de surto
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🟢 RESUMO PRÁTICO (PLANO IDEAL)
✔ Manter Natalizumabe
✔ Avaliar dose estendida (6/6 semanas)
✔ Introduzir Dalfampridina
✔ Reabilitação neurológica específica
✔ Manejo ativo do intestino
✔ Estratégias contra calor
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✔️ CONCLUSÃO
👉 A imunologia está vencendo a inflamação.
👉 O que resta agora é otimizar função, não trocar remédio.
Se quiser, posso:
Montar um checklist médico de acompanhamento
Ajudar a formular pedido de dalfampridina
Simular relatório para ajuste de dose estendida
Orientar exercícios específicos
É só dizer como deseja avançar."
Novo comentário da T:
"No início aplicava todos os dias ,copaxone de Glaratimer.
Após 1 dia sim e outro não
Depois o médico indicou em comprimido porém, não fez efeito."
"Hoje tomo Natalizumabe 1 vez por mês e faço exames do JC virus"
"Já tomo vitamina D 10.000 e Natalizumabe"
"Esta medicação me mantém muito bem.
Não tenho os surtos de antes hoje.
Só sofremos um pouco no calor, limitação da marcha e o intestino.
Já até marquei urologista novamente"
"Faço reposição hormonal e vem todas as vitaminas"
"Meu exame de vitamina em 2025 estava bom,até mesmo no caso de queda de cabelo que iniciou em Outubro de 2025 veio forte,pode ser doença, estresse, ou medicação"
"Fisioterapia pélvica ajuda muito sim,já fiz na pandemia."
Minha pesquisa e resposta IA:
"Visão geral criada por IA
Intestino neurogênico significa a perda do controle nervoso normal sobre a função intestinal, resultando em dificuldade para evacuar (constipação) e/ou incontinência fecal (perda de fezes), devido a problemas no cérebro ou na medula espinhal, como lesão medular, esclerose múltipla, Parkinson ou AVC. Ocorre porque os nervos que controlam o cólon e o reto não funcionam corretamente, levando a um acúmulo de fezes e acidentes.
O que causa:
Lesão Medular: A causa mais comum, afetando o controle central.
Esclerose Múltipla, Doença de Parkinson, AVC: Condições neurológicas que danificam os nervos.
Espinha Bífida: Defeito congênito que afeta o controle nervoso.
Sintomas Comuns:
Constipação (prisão de ventre).
Incontinência fecal (vazamento de fezes).
Dor abdominal e inchaço.
Sensação de evacuação incompleta.
Dificuldade em saber quando evacuar.
Impacto:
Físico: Dificuldade em esvaziar o intestino, retenção de fezes.
Emocional/Social: Ansiedade, depressão e isolamento devido ao medo de acidentes.
Manejo:
Criação de um programa de controle intestinal (horários para evacuação).
Dieta rica em fibras e hidratação.
Uso de sondas para esvaziar o intestino (cateterismo).
Fisioterapia pélvica.
Medicamentos.
Acompanhamento multidisciplinar (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas).
O objetivo é manter a saúde, prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida do paciente. "
[Meu comentário: Na IA, vi isso aqui em relação ao intestino neurogênico (problemas causados também pela esclerose, que ele citou na resposta): "Manejo:
Criação de um programa de controle intestinal (horários para evacuação).
Dieta rica em fibras e hidratação.
Uso de sondas para esvaziar o intestino (cateterismo).
Fisioterapia pélvica.
Medicamentos." No teu caso, creio que medicação ok, uso de sondas desnecessário, programa de controle não sei se já foi tentado e se seria viável, dieta rica em fibras e hidratação já deve fazer (e parecem boas para melhorar), fisioterapia pélvica não sei como funciona e se já foi proposto/descartado.]
Uma opção natural geral para melhorar o organismo, e que talvez ajude:
2 limões;
1 colher de chá de bicarbonato de Sódio (rente à colher);
1 colher de vinagre de maçã orgânico (da garrafa de vidro);
[Indicado pelo irmão Francisco, de Sabaúna - diminuiu glóbulos brancos, que estavam em valor extremamente alto.]
(atualizado até 06/01/2026)
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